terça-feira, 5 de outubro de 2010
Diploma no Senado
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O jornalismo serve para fazer aflorar os conflitos
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Comissão aprova exigência do diploma
Comissão aprova volta da exigência de diploma para jornalistas
Pelo substitutivo, a Carta Magna passa a trazer de forma explícita que “a exigência de graduação em jornalismo e de registro do respectivo diploma nos órgãos competentes para o exercício da atividade profissional não constitui restrição às liberdades de pensamento e de informação jornalística”.
Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou a obrigatoriedade do diploma, sob o argumento de que ele restringe a liberdade de expressão.
A PEC agora irá a plenário, onde terá de ser aprovada em dois turnos.
Com informações do site da Câmara dos Deputados
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
SAIDEIRA: UMA ÓTIMA NOTÍCIA
CCJ da Câmara aprova diploma para jornalista
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou há pouco, por unanimidade, e com o voto em separado de Zenaldo Coutinho, a PEC 386/09, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A CCJ aprovou a PEC quanto à admissibilidade, segundo o parecer favorável do relator, deputado Maurício Rands (PT-PE). A PEC seguirá agora para uma comissão especial, que será criada para analisá-la. Posteriormente, a proposta precisará ser votada em dois turnos pelo Plenário.
É a primeira batalha vencida, ainda há muito a lutar. Mas vamos em frente, a luta continua!!!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma
FONTE: SJSP
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Jornalistas no STF, já!
No princípio, Deus criou o céu e a terra (...). Talvez devamos partir daí para explicar ao egrégio Supremo Tribunal Federal (STF) que o Jornalismo principia da Comunicação, a qual não cabe apenas na síntese de mera troca de mensagens entre interlocutores, mas, como bem sabemos, numa ciência.
A comunicação é fundamentada pela soma de diversas faculdades, transacionando vastos conhecimentos que se pautam nas raízes da própria história, recrudescendo pelas veias da sociologia, psicologia, antropologia, filosofia e outras valorosas ciências do conhecimento humano. Portanto, pobre daquele que vê na função do jornalismo o simples pressuposto da captação e transmissão de notícias, pois se assim fosse, então deveríamos abrir parênteses para a admissão maciça dos "amigos" psitaciformes - também conhecidos como papagaios.
A análise dos fatos, informações e interpretações das notícias soam tal quais as características e similaridades do julgamento de um processo, o qual os detentores da balança da justiça exercem com os mesmos parâmetros de formação dos bacharéis em Comunicação, porém com o competente exercício e aplicação do conhecimento jurídico adquirido nas faculdades de Direito; o que mais uma vez se equivale ao bacharel em Comunicação, habilitado em Jornalismo, detentor das técnicas e da ciência necessária ao pleno exercício da profissão. Se assim não for, há de se abrir vagas aos jornalistas que desejem postular uma cadeira no nobre STF.
Tratar o jornalismo e, por extensão, a ciência da comunicação como roupagem de prato culinário, é preconceito pela falta de conhecimento. Não há fator de igualdade, nem tampouco similaridade, para que os nobres companheiros da culinária, ou de qualquer outra valorosa profissão, possam se travestir de jornalistas, e nem bacharéis de Comunicação vistam "capas pretas" e se achem no direito ao Direito. Como diria o jurista Rui Barbosa: "A regra da igualdade não consiste senão em aquinhoar desigualmente os desiguais, na medida em que se desigualam. Tratar com desigualdade a iguais ou desiguais com igualdade seria desigualdade flagrante e não igualdade real."
O caminho da verdadeira democracia é pavimentado pelo fortalecimento de suas instituições, pelo pleno e verdadeiro exercício de liberdade de expressão. Visto que o que passou, passou, cabe agora ao Legislativo corrigir o errôneo julgamento e devolver a prática do jornalismo a quem de direito.
FONTE: FENAJ
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Pesquisa aponta que 84% querem o diploma
Foram colhidas em âmbito nacional as opiniões de 682 pessoas da área de comunicação — estudantes e profissionais não-diplomados, inclusive. Confira os resultados:
Entre profissionais sem formação em Jornalismo — e que já atuam em Comunicação — as opiniões se dividem: 45% aprovam e 42% reprovam o fim da obrigatoriedade do diploma.
De cada 10 jornalistas formados, 5 acreditam que vão sofrer impacto negativo em suas carreiras e 4 entendem que não haverá impacto no mercado. Apenas 1 está otimista.
Em linhas gerais, existe a seguinte relação: quem concorda com a decisão do STF acredita que o mercado não sofrerá nenhum impacto com ela. Quem discorda do STF entende que ou o impacto será negativo ou não haverá impacto.
A maioria dos entrevistados (66%) pensa que o curso de Jornalismo vá perder importância com o fim da obrigatoriedade do diploma, 22% acreditam que nada vá mudar para as faculdades, 9% acreditam que as faculdades ganhem força e 3% não opinaram.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Começou a baixaria
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Onde foi parar nossa profissão???
sábado, 4 de julho de 2009
Indigesto
Os jornalistas da Gazeta Mercantil terminaram de cumprir o período de férias coletivas imposto pela Editora JB e receberam aviso prévio. No início de agosto os mais de 60 profissionais que trabalhavam na empresa de Nelson Tanure serão demitidos. Permanecem no grande espaço do prédio da Vila Olímpia apenas os jornalistas da Editora Peixes, que estão indo ao trabalho bastante apreensivos, sem saber se a empresa terá continuidade.
Sempre lembrando que as férias coletivas impostas aos jornalistas da Gazeta Mercantil não tinham amparo legal. O Ministério do Trabalho teria de ser avisado com um mínimo de 15 dias de antecedência, com cópia para o Sindicato, o que não ocorreu, dentre outras tantas irregularidades cometidas pelos gestores do jornal.
Mas que amparo legal, se a profissão nem regulamentada mais é???