segunda-feira, 26 de julho de 2010

Chapa quente

A jornalista Vânia Costa, editora-chefe do jornal O Mato Grosso, afirma que passou a ser perseguida depois de ter apurado uma denúncia de desvio de verbas federais na cidade de Sinop (MT). Ela já registrou dois boletins de ocorrência e procurou o Ministério Público Federal.
Vânia esteve na cidade em duas ocasiões, nos dias 28/06 e 10/07. Desde que voltou da primeira viagem ela sofre constantes perseguições.
"Eles sempre se identificam como policiais civis, não me ameaçam, mas ficam pedindo para eu entregar para eles um documento sobre essas denúncias de Sinop. O problema é que não tenho nenhum documento", relata Vânia, que informou ter batido o carro quando dois motoqueiros, que diziam ser policiais, cercaram o seu veículo no dia 14/07.
Ela também diz que, mesmo depois de prestar queixa sobre essas perseguições, a polícia não mostrou empenho em solucionar o caso. "Sinto que para a polícia ficou por isso mesmo, não vi vontade por parte deles em ajudar".
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso divulgou comunicado de apoio à jornalista, exigindo que as autoridades investiguem os fatos “para garantir a integridade física e psicológica” de Vânia.
“Toda a categoria dos jornalistas de MT está chocada com esta história de violência e coerção”, diz a nota.

Com informações do site Comunique-se

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Comissão aprova exigência do diploma

Comissão aprova volta da exigência de diploma para jornalistas

A comissão especial temporária criada para examinar e dar parecer sobre projetos que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito. Em vez de tramitar pelas comissões temáticas, o projeto é analisado apenas pela comissão especial. Se aprovado nessa comissão, segue para o Senado, para o Plenário ou para sanção presidencial, dependendo da tramitação do projeto. que discute o restabelecimento da exigência de diploma para jornalistas aprovou há pouco o substitutivo do relator, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09.
Pelo substitutivo, a Carta Magna passa a trazer de forma explícita que “a exigência de graduação em jornalismo e de registro do respectivo diploma nos órgãos competentes para o exercício da atividade profissional não constitui restrição às liberdades de pensamento e de informação jornalística”.
Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou a obrigatoriedade do diploma, sob o argumento de que ele restringe a liberdade de expressão.
A PEC agora irá a plenário, onde terá de ser aprovada em dois turnos.
Com informações do site da Câmara dos Deputados

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Será que vai?

Relatório da PEC do diploma deve ser votado no início de julho

Com informações do site Comunique-se
Izabela Vasconcelos

O relatório da PEC 386/09, que exige diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, iria ser votado até o final deste mês, mas a votação só deve acontecer no início de julho. “Vamos fechar o relatório até quarta-feira próxima, e na outra semana devemos apresentar”, explicou o relator da PEC, deputado Hugo Leal (PSC-RJ).
As audiências para o debate da proposta já foram realizadas. Segundo Leal, as últimas delas, com a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), além de alguns sindicatos e entidades representantes dos jornalistas, trouxeram elementos para a composição do relatório. “Eles apresentaram muitos documentos com ponderações importantes”. E acrescentou. "A expectativa é elaborar um texto que não entre em conflito com a Constituição", enfatizou.
Este mês completa um ano que o Supremo Tribunal Federal decidiu pelo fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para atuação na área. A votação aconteceu no dia 17/06/2009. Desde então, políticos e entidades procuram a aprovação de uma emenda que autorize a exigência da graduação específica em Jornalismo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Good news

Relatório da PEC dos Jornalistas pode ser votado no próximo mês
Rodolfo Torres
A comissão especial criada para analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, que restabelece a obrigatoriedade do diploma universitário específico em jornalismo para o exercício da profissão pode analisar o relatório ainda neste semestre. Mais especificamente, na primeira semana de julho.
“Estamos trabalhando para isso”, explica o autor da proposta, deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Pimenta afirma que o relator, Hugo Leal (PSC-RJ), deve manter a obrigatoriedade da exigência do diploma. O deputado fluminense não retornou o contato feito pela reportagem. 
O parlamentar gaúcho destaca que o colegiado terá três audiências públicas para debater o assunto. A primeira delas, ainda sem data definida, convidará o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, e o jornalista Lúcio Flávio Pinto.   
Irônico, Pimenta avalia que o posicionamento contrário dos grandes veículos de comunicação se reflete no silêncio sobre o assunto. “Publicamente, está cada vez mais rarefeito quem se posiciona contra a PEC”, afirma. 
Se passar pela comissão especial, a PEC seguirá para o plenário, onde terá de contar com o apoio de 308 deputados, em dois turnos de votação. 
Confira a composição da comissão especial

Presidente: Vic Pires Franco (DEM/PA)
1º Vice-Presidente: Rebecca Garcia (PP/AM)
2º Vice-Presidente: Francisco Praciano (PT/AM)
3º Vice-Presidente: Colbert Martins (PMDB/BA)
Relator: Hugo Leal (PSC/RJ)

Titulares

Carlos Abicalil (PT-MT) 
Chico Alencar (Psol-RJ)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Geraldo Resende (PMDB-MS)
Hugo Leal (PSC-RJ)
Ilderlei Cordeiro (PPS-AC)
José Paulo Tóffano (PV-SP)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Luiz Carlos Setim (DEM-PR)
Paes Landim (PTB-PI)
Wilson Picler (PDT-PR)

quinta-feira, 25 de março de 2010

DEMOROU

Autor da PEC do Diploma no Senado pede que matéria seja levada à votação
O autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 33/2009, senador Antonio Carlos Valadares, líder do PSB, fez apelo à Mesa Diretora do Senado para que seja colocada imediatamente em pauta a matéria, a qual restabelece a exigência de diploma para o exercício do Jornalismo.
Comumente chamada de PEC do Diploma, a proposta foi aprovada no final do ano passado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e encaminhada à Mesa. No entanto, aguarda entrada na pauta do Plenário. Por se tratar de emenda constitucional, são necessários dois turnos de votação para que seja aprovada pelo Senado e então receba parecer da Câmara dos Deputados.
Sublinhando respeito às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) - que em junho de 2009 determinou fim da obrigatoriedade de formação específica para o exercício do Jornalismo -, Valadares argumentou que a proposta defende o interesse dos trabalhadores, no caso, os jornalistas.
"A própria Constituição diz em seu artigo 5º, inciso 13, que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer", disse o senador, frisando a citação da "qualificação profissional", segundo informa o site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ).
"Se eu sou advogado e químico e tenho que ter diploma para exercer essas profissões, por que não para os jornalistas?" indagou Valadares, fazendo menção ao princípio da igualdade.
Tramitação na Câmara dos Deputados
No começo do mês de março, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), criou Comissão Especial que analisará a PEC 386/09, de autoria do deputado Paulo Pimenta.
A criação de comissões de análise são obrigatórias quando sugeridas Emendas Constitucionais. Como a PEC do Diploma na Câmara já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa, que a julgou alinhada à Carta Magna da República, falta à Proposta o parecer da comissão a ser criada para que seja julgado o mérito da questão, antes de ser levada à votação.

terça-feira, 23 de março de 2010

Como assim? Não fere quem?

Sindicato de Santa Catarina já filia jornalistas sem diploma

O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina já contabiliza a filiação de dez jornalistas sob a denominação Jornalista/Decisão STF, profissionais que atuam na área, mas não possuem diploma de graduação em jornalismo. A direção da entidade decidiu pela filiação de não-diplomados no dia 05/02 e desde então a única exigência é registro no Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.
O vice-presidente do sindicato, Josemar Sehnem, ressalta que a entidade é criteriosa. “Não vamos filiar aventureiros, a condição é que estejam exercendo a profissão”, explica.
Sehnem alega que seria injusto defender apenas os direitos dos jornalistas diplomados, já que os que não possuem graduação na área enfrentam as mesmas pressões e carga-horária, e exercem as mesmas atividades. “Por que vamos defender um e não outro? Estamos defendendo a classe”, justificou.
Para o presidente da entidade, Rubens Lunge, a filiação de jornalistas sem diploma não fere o estatuto do sindicato. “Não vemos incompatibilidade entre o nosso estatuto e o que diz o STF e o Ministério do Trabalho”.
O tema será pauta de uma reunião da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que no próximo dia 27/03 reunirá todos os sindicatos regionais para discutir sobre a filiação de jornalistas não-diplomados.
Lunge explica que debate não criará regras, já que os sindicatos têm autonomia. ”Quem faz a Fenaj são os sindicatos. O conselho da Fenaj não pode exigir. Independente do que aconteça em Brasília, o sindicato de Santa Catarina vai manter sua posição. Esperamos que a Fenaj entenda que precisamos defender os direitos de todos os jornalistas”.

Com informações (que eu não gostaria de ter lido) do Portal Comunique-se

Aqui pode, na floresta não pode!

Em assembleia realizada na noite de 22/03, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas decidiu pela não filiação de jornalistas sem graduação na área. A reunião foi uma preparação para o debate que será realizado em Brasília no próximo dia 27/03, pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Para o presidente do Sindicato, César Augusto Monteiro Wanderley, aprovar a filiação de jornalistas sem diploma seria uma contradição. “Lutamos contra a decisão do STF, queremos a volta do diploma. Seria contraditório que aceitássemos a sindicalização de jornalistas sem graduação”, defendeu.
Questionado sobre a posição contrária dos sindicatos de São Paulo e Santa Catarina, que aprovaram a filiação de não diplomados, Wanderley diz que respeita a decisão, já que cada sindicato tem autonomia.
Na última semana, a Assembleia Legislativa do estado vetou um projeto, que havia sido aprovado, que exigia o diploma para a contratação de jornalistas para o serviço público estadual. Com isso, o sindicato centra seus esforços no Congresso, onde uma Proposta de Emenda à Constituição que restitui a obrigatoriedade do diploma está em tramitação.
"Estamos lutando com as PECs, conversando com os deputados que participam da comissão e com os políticos do Amazonas sobre o tema", informou Wanderley.

Engraçado é que em SC também se lutou contra a decisão do STF, mas parece que aqui tem muito  jornalista provisionado com lobby fortíssimo no Estado.

Ele, de novo!

Gilmar Mendes critica proposta de Conselho Nacional de Comunicação

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, criticou a proposta de criação do Conselho Nacional de Jornalismo, presente no texto aprovado pela Conferência Nacional de Comunicação e defendido por setores do governo e por entidades de classe.
“Vejo sempre com preocupação esse tipo de iniciativa (...). Não acredito que haja necessidade desse tipo de conselho”, afirmou Mendes, em evento nesta segunda-feira (22/03), na sede do Corinthians, em São Paulo.
Segundo o ministro, um conselho para fiscalizar a atuação da mídia pode ser até mesmo inconstitucional. “Até tenho dúvidas se o texto constitucional comporta esse tipo de autarquização”, avaliou.
Para Mendes, o setor poderia criar um órgão de autorregulação, nos moldes do Conar, que regula a publicidade.
“Os abusos devem ser punidos pelos órgãos competentes, no Judiciário. Acredito que talvez a própria mídia devesse pensar num órgão de autorregulação para as situações mais graves ou de repetição inevitável, como já existem outras boas experiências, por exemplo, no que diz respeito à publicidade, o Conar”, afirmou.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Filiar ou não filiar, eis a questão

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Espírito Santo irá discutir, em uma assembleia no dia 17/03 às 19h, se permite ou não a filiação de jornalistas sem graduação na área. A direção da entidade, no entanto, defende a sindicalização apenas de profissionais graduados em Jornalismo, em defesa dos Projetos de Emenda à Constituição (PECs), que exigem a volta da obrigatoriedade do diploma. Apesar disso, o sindicato se mostrou aberto para o diálogo.
“É fundamental que a categoria participe desse debate e continue a luta pela regulamentação profissional. É na assembleia que iremos decidir a posição da categoria a respeito da sindicalização de não-diplomados”, afirmou Suzana Tatagiba, presidente do sindicato.
Até o momento, apenas o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo se manifestou sobre a filiação, defendendo a sindicalização de jornalistas não diplomados. As propostas dos sindicatos deverão ser discutidas em uma reunião com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), que será realizada no final deste mês.
A assembleia do Sindicato do Espírito Santo acontecerá no plenarinho do Sindicato dos Bancários, na rua Wilson Freitas, 93, no Centro de Vitória.

terça-feira, 2 de março de 2010

A barca deu ré???

Não sei o que aconteceu, mas o fato é que ainda não aconteceu nada. Ou a rádio rampa anda desatualizada, ou tá faltando verba indenizatória na maior rede de fast food do sul do Brasil.
Ninguém quer barca, mas boatos não surgem em vão. Aí tem!!!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Enquanto isso, na maior rede Fast Food do Sul do Brasil....


Passa mais uma barca na maior rede Fast Food do Sul do Brasil. Continua a perseguição aos bons cozinheiros, em trocas insanas por focas medíocres e baratas. É difícil continuar na cozinha e assistir o salão se esvaziar mais uma vez. A segunda barca em seis meses.
A Tsunami começou por Joinville, na franquia mais recente de Fast Food, mas vai chegar aqui em Floripa, no primeiro restaurante totalmente informatizado da rede. A lista de Schindler ainda não vazou, mas não faltam especulações.
Quem ganha um pouco mais que o piso, já pensa em tirar o avental e aposentar o chapéu de mestre cuca... Isso é que dá ter uma profissão segura como cozinheiro. A gente sempre pode sair queimado.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

E segue o baile...

O deputado estadual Pedro Teruel (PT/MS) apresentou nesta quinta-feira (18/02) um Projeto de Lei que exige que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Mato Grosso do Sul contratem apenas profissionais com graduação específica em jornalismo, para os cargos de jornalista e assessor de imprensa. Se aprovada, a medida deverá valer tanto para a contratação por concursos, como para seleções simples.
A apresentação do Projeto de Lei foi uma solicitação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SINDJOR-MS), contrário a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em junho de 2009 derrubou a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão.
“Há uma preocupação do sindicato com relação aos profissionais formados ao longo dos 20 anos da existência do curso em Mato Grosso do Sul, que podem ser substituídos por pessoas sem o curso superior, por diversos motivos, dentre eles a redução de salários e aumento da jornada de trabalh (...) É importante que o Poder Público Estadual não seja conivente com a desvalorização da profissão e a precarização das condições de trabalho, além de estar preocupado com a qualidade da informação divulgada pelos jornalistas”, afirmou o deputado.
Um PL semelhante, dos vereadores Adriano Ventura (PT) e Luzia Ferreira (PPS), foi aprovado no último mês pela Prefeitura de Belo Horizonte. Desde o dia 20/01, a prefeitura e a Câmara municipal de BH são obrigadas a contratar apenas jornalistas diplomados na área para os cargos de assessor de imprensa e jornalista.

Nova categoria

O Ministério do Trabalho e Emprego confirmou que houve falhas na comunicação interna sobre a norma para a emissão de registro para jornalistas. A orientação é de que jornalistas diplomados na área recebam a distinção “Jornalista Profissional” e os que não possuem graduação específica, “Jornalista/Decisão STF”, mas a norma não estava sendo seguida por todas as regionais do Trabalho. O Ministério informou que o problema deve ser resolvido até o final desta semana.
O órgão acatou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em junho de 2009 derrubou a obrigatoriedade de diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Deste o início deste ano, o MTE passou a emitir registro para diplomados e não-diplomados na área.
A orientação oficial, no entanto, não estava sendo cumprida por algumas agências e gerências do Trabalho no interior de São Paulo. Em Sorocaba, apenas jornalistas com graduação na área conseguiam registro. Já em Adamantina, os pedidos podiam ser feitos, mas a emissão, tanto de diplomados como não-diplomados na área, não estava liberada.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

E agora?

A Sociedade dos Jornalistas Profissionais (SPJ), organização norte-americana de defesa do jornalismo, divulgou comunicado criticando a atuação de repórteres que estão “fazendo parte das matérias” sobre a tragédia no Haiti.

“Mesmo em crises, os jornalistas possuem a responsabilidade com sua audiência de coletar informações objetivamente e reportar fatos”, diz a entidade.

Durante a cobertura da tragédia, alguns jornalistas estão se transformando no centro das reportagens. O caso de maior repercussão foi o do médico e jornalista da CNN Sanjay Cupta, que realizou uma operação em uma criança ferida.

“A SPJ não critica ou menospreza os atos humanitários que os jornalistas estão realizando no Haiti. Mas as organizações jornalísticas devem ter cautela para não misturar ser um participante com ser um observador objetivo”, alerta a organização.

De acordo com a SPJ, o código de ética dos jornalistas defende a independência para narrar os fatos, evitando o conflito de interesses. “Mesmo em momentos de crise, os jornalistas devem exercer a profissão eticamente”.

Da redação do Portal Comunique-se

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

GLBT

A 5ª Conferência Regional ILGA-LAC será realizada entre 26 e 30/01 em Curitiba. A novidade é a reserva de três painéis que reunirão profissionais da comunicação com prática em mídia voltada para o público GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros).

O evento vai debater o papel da imprensa GLBT e seus desafios na América Latina, inclusive no jornalismo brasileiro. Além disso, será lançado o Guia de Mídia GLBT.

Os painéis são: Mídia GLBT na América Latina: história, impasses e perspectivas; Imprensa, movimentos sociais e advocacy GLBT; e Padrões de qualidade na imprensa GLBT. Entre os palestrantes estão Jean Wyllys, escritor e ex-BBB; Ana Fadigas, fundadora da revista G Magazine; e Luiz Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia.

PaUTA QUE PARIU 2010


ESTE ANO O PAUTA VOLTA À KIBELÂNDIA, COM ESQUENTA, CARRETEIRO, BIRITA E MUITA MÚSICA. CAMISETA VERDE E AMARELO PRA HOMENAGEAR O BRASIL EM ANO DE COPA DO MUNDO. R$ 35 POR PESSOA.
MESTRE CUCA QUER TODOS DESFILANDO NO CARNAVAL. AINDA NÃO TEMOS O QUE COMEMORAR, MAS NÃO CUSTA FESTEJAR...

Agora sim


QUE VENHA 2010 COM TUDO


DE BOM QUE TEMOS DIREITO


NA COZINHA, NA VARANDA E


POR QUE NÃO DIZER: NOS


RESTAURANTES DA VIDA

Pegando no tranco







Tá bem, o Mestre Cuca promete que depois destas três fotinhos do Natal e Réveillon, vai voltar a falar sério. Mas já adianto que o primeiro post de jornalismo será sobre o Pauta que Pariu, bloco carnavalesco dos cozinheiros catarinenses.



Aguarde.



Antes, pode curtir mais fotinhos.



Até breve!

Mais fotos


Angra dos Reis, 15 dias antes da chuva destruir este paraíso.

Sessão remember

Tá bom, tá bom, o ano já começou, aliás janeiro está quase acabando, mas o Mestre Cuca quer mostrar por onde andou cozinhando no final de 2009. Uma sessão remember aí, para começar com gosto os Pratos do Dya de 2010: